Nãe é o que parece: A psicologia na TV mostrando as dimensões subjetivas no cotidiano - 2ª Série
Assista aos vídeos da 2ª série Nãe é o que parece: A psicologia na TV mostrando as dimensões subjetivas no cotidiano
Para adquirir os DVDs desta série você pode fazer um depósito na conta do CFP e enviar o comprovante, juntamente com os dados de correspondência para entrega, para o fax (61) 2109-0150.
São 2 DVDs, cada um com 4 programetes de aproximadamente 30 minutos. O custo para reprodução e envio via Sedex é de R$45,00.
Dados para o depósito
Favorecido: Conselho Federal de Psicologia
CNPJ:00.393.272/0001-07
Banco: Banco do Brasil (001)
Agência: 3413-4
Conta:209.523-8
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De Dentro para fora
Gente precisa de gente. Por que, então isolamos pessoas em silos prisões e hospícios? No início do século XIX, a prisão tornou-se principal punição para os crimes. O isolamento surgiu como uma idéia humanitária para acabar com os castigos físicos. Humanitária? De acordo com a lei, a prisão deve proporcionar novas formas de inserção do preso na sociedade. Como isto é possível se ele esta privado da convivência social? Para que, então serve a prisão? A grande maioria daqueles que estão atrás das grades são pobres e não terminaram o ensino fundamental. São apenas eles a acometerem crimes? O programa questiona o isolamento como única forma de responsabilizar pessoas por seus atos transgressores das leis e regras sociais, assim como forma de tratar loucos ou idosos ou ainda educar adolescentes e jovens.
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Torre de babel
Um adulto fala em média sete mil palavras por dia. Será que todas são entendidas?
Falar a mesma língua é o suficiente para se fazer compreender?
Existem muitas formas de se comunicar com alguém:
pessoalmente, por telefone, e-mail, correio. Mas por que, então, nem sempre dá certo e surge o conflito? Afinal, não é conversando que a gente se entende? Nem sempre. Existem muitas memórias, conceitos e sentimento por trás do que falamos e ouvimos diariamente. O programa mostra como a dimensão subjetiva é capaz de modificar os diálogos e suas interpretações.
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Que beleza!
Ser bonito. Isso faz diferença? Alguém já disse que a beleza é fundamental. É mesmo?
Como é que se decide quem é feio e quem é bonito?
No Renascimento o padrão da época exigia mulheres roliças, que hoje seriam consideradas fora das medidas. Mas se a beleza também está nos olhos de quem vê, existem medidas ideais? Muita gente faz sacrifícios em nome da beleza. Será que é porque a vida se torna mais fácil para quem é bonito? Diariamente julgamos e somos julgados pela aparência. Os valores e sentimentos que dividem o mundo entre feios e belos são o tema desse programa.
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Amor Ltda.
Nossa sociedade aposta no amor. Tanto para vender máquinas de lavar e novelas quanto para manter a ordem social e a felicidade daqueles que se amam. Mas que amor é esse? Na Idade Média, a maior parte dos casamentos acontecia por razões econômicas e políticas. O amor romântico passou a ser valorizado apenas nos últimos duzentos anos. Com ele, vieram os sonhos de casamento, filhos, desejo e estabilidade econômica. Amo sempre foi a mesma coisa em todos os tempos e sociedades? As pessoas amam da mesma forma?Qualquer maneira de amor vale a pena. Vale? As muitas formas de experimentar o amor são o tema desse programa.
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Preto no branco
Todos os brasileiros são iguais perante a lei. Mas será que todos os brasileiros se sentem iguais? Quase dez milhões de negros foram trazidos para cá e trabalharam como escravos para construir o país. Mais de um século se passou, as leis mudaram e hoje a escravidão é considerada um crime hediondo. O que restou, então, desse período? O que faz com que milhões de pessoas ainda sejam obrigadas a se lembrar de sua cor todos os dias? Quais sentimentos, memórias e preconceitos sustentam o sentimento de superioridade de parte da população? O programa evidencia como o racismo está arraigado na sociedade brasileira provocando sofrimento e conflitos velados entre negros e brancos.
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A invenção do tempo
E se o tempo não existisse? Seríamos mais ou menos livres? Num mundo sem relógios como seria decidir o tempo exato de chegar, sair, estudar, trabalhar, casar? Há espécies de árvores que vivem mais de mil anos. Algumas borboletas ficam entre nós apenas dez dias. Já a expectativa de vida de um brasileiro é de 71 anos. A percepção da passagem do tempo e seu significado mudam de acordo com quem o experimenta? As formas de interpretar e construir o tempo fazem parte da dimensão subjetiva e são exploradas nesse programa.
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Lugar comum
Ter uma casa própria. Esse é o sonho de muita gente. Afinal, todo mundo quer ocupar um lugar no espaço. Mas de quanto espaço a gente realmente precisa? Alguns têm que se contentar com os minúsculos quartos dos empregados. Outros só se sentem confortáveis em suítes amplas. Espaço é poder? Existem terras desprezadas e terras pelas quais milhares de pessoas lutam. A terra tem o mesmo significado para povos diferentes? A terra pertence às pessoas ou são as pessoas que pertencem a algum lugar? Esse episódio mostra que a forma de criar e ocupar espaços faz parte da dimensão subjetiva.
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Fora de si
Os Incas achavam que a folha de coca era um presidente dos deuses. Há dois mil anos, os chineses usavam a maconha como anestésico. Ao longo da história, vários homens experimentaram drogas em nome da ciência. As drogas alteram a consciência. Ficar “fora de si” é um direito de cada um? A repressão cura a compulsão? O uso de drogas é abordado no programa a partir da perspectiva da alteração de consciência.
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FICHA TÉCNICA
Roteiro e direção: Rosane Svartman
Direção/Pernambuco: Alice Gouveia
Direção/Rio Grande do Sul: Cláudio Fagundes
Direção de arte: Mariana Bernd
Locução: Aramis Trindate
Produção executiva: Tetê Sá/ Sala Produções
Produção: Beatriz Occhioni, Joana Levy e Renata Martins
Pesquisa: Ana Rieper, Cristina Lopes e Valéria Burke
Trilha Sonora: Zanna Studio
Argumento e Conteúdo de Psicologia:
Marcus Vinícius de Oliveira (coordenação)
Ana M. Bahia Bock
Odair Furtado
Núcleo de Criação/Canal Futura: Cristiane Bellerini
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São 2 DVDs, cada um com 4 programetes de aproximadamente 30 minutos. O custo para reprodução e envio via Sedex é de R$45,00.
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